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Copo meio cheio ou vazio?

4 Sep 2015

 

 

Está escuro e você está caminhando pela rua quando começa a ouvir passos atrás de você. A rua está deserta e o silêncio é total. Então, você ouve um barulho que parece um tiro. Sua respiração acelera. Seu coração dispara. Seus músculos enrijecem. Um segundo depois, você percebe que não era nada mais do que um gato pulando em uma tampa de lixo.

 

E se fosse um tiro? Quais sensações teriam sido provocadas no seu corpo? 

 

EXATAMENTE AS MESMAS!!! 

Esse exemplo ilustra que não há diferença entre o medo REAL e o medo INFUNDADO o que nos leva ao tema desse post: NADA é mais poderoso do que uma crença. Acreditar convictamente em algo faz com que qualquer coisa seja verdadeira aos nossos olhos (e ao nosso cérebro).

Quando temos convicção de que algo irá acontecer o nosso corpo se prepara e se condiciona de tal forma que acaba “conspirando” para que o fato se concretize.  

A nossa vida é a materialização do que pensamos e os nossos pensamentos são, portanto, a mais frequente razão pela qual nossa mente e nosso corpo adoecem, ou não, ao longo desse ciclo que chamamos de vida.

Passamos muito tempo nos preocupando com coisas que fogem absolutamente do nosso controle, quando nos preocupamos muito pouco em identificar aquilo que nos bloqueia e nos impede de efetivamente alcançar nossos sonhos e objetivos: o medo!

O poder dos nossos pensamentos – e de como o medo pode ter um impacto paralisador em nossas vidas - está bem refletido na famosa frase de Walt Disney: “Tudo o que você é capaz de imaginar, você é capaz de realizar!”.

A ciência comprova isso através das 3 leis da sugestão elaboradas pelo psicólogo francês Emile Coué. 

A Lei da atenção concentrada que dispõe que quando uma pessoa concentra a sua atenção em uma ideia, esta se concretiza por si mesma.

A Lei do esforço contrário age quando uma pessoa pensa que não pode fazer algo e então tenta, quanto mais pensa, menos capaz fica de fazê-lo. Se pensar, imaginar e acreditar que não consegue de fato o organismo paralisará e confirmará o que o cérebro já estava lhe dizendo.

Por fim, a Lei do sentimento dominante estabelece que uma sugestão ligada a uma emoção, supera qualquer outra sugestão que, no momento, exista na mente. 

É claro que o medo também tem uma importantíssima função que é a de nos proteger de reais ameaças e, portanto, preservar a espécie de se extinguir. É normal termos medo de caminhar em uma rua escura e isso nos deixará mais alerta. O que não podemos deixar acontecer é que o medo tome conta de todas as nossas decisões e nos paralise. O grande desafio é, portanto, esforçar-se e condicionar-se a identificar com a maior clareza possível o medo de algo real, do medo que advém da auto sabotagem e nos impede de seguir nossos sonhos.

Na metáfora da Caverna, prisioneiros (desde o nascimento) vivem acorrentados numa caverna e passam todo tempo olhando para a parede do fundo iluminada pela luz gerada por uma fogueira.

Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Ao sair das correntes para explorar o interior da caverna e o mundo externo o prisioneiro entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao voltar para a caverna e contar tudo o que descobriu fora da caverna para seus colegas ainda presos, seria considerado louco, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna.

Fazendo uma leitura livre e mais ampla desta metáfora, podemos dizer que, como Platão já previu há milhares de anos, os seres humanos têm uma visão distorcida da realidade e daquilo que os assusta.


Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos das influências culturais e sociais que nos acorrentam e nos empoderamos de conhecimento e, principalmente autoconhecimento. Ao mudarmos a perspectiva de como enxergamos as coisas veremos que grande parte de nossos medos, são apenas sombras projetadas na parede da nossa alma!

E é exatamente isso que o coaching nos proporciona ao trabalhar com nossas crenças e a ressignificação das mesmas ele possibilita estabelecer novos horizontes e derrubar barreiras imaginárias. O coaching não necessariamente vai encher o copo mas nos faz enxergar a metade cheia com muito mais clareza e valor. 

 

Mudando a nossa imaginação em nosso beneficio, portanto, seremos capazes de tudo aquilo que imaginarmos!!!

 

 

 

 

Quer saber mais sobre o coaching? Fique ligad@ aqui ou entre em contato!  

 

 

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