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O que OITNB me ensinou sobre compaixão...

Passei o Carnaval assistindo às duas temporadas de Orange is the New Black enfiada dentro de casa com o marido e o cão com uma chuvinha bastante propícia para tanto. Para quem não sabe, esta série do Netflix inspirada em uma história real se desenvolve ao redor da história de uma mulher em seus 30 e poucos anos (ou menos!) da classe média alta nova-iorquina condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas a pedido da sua ex-namorada. Mais interessante até do que a transformação de Piper neste atípico ambiente e do que o desenrolar da doentia relação amorosa com sua ex-namorada que constantemen

Ahhh se eu tivesse dinheiro...

A beleza alheia nunca me incomodou. Sempre fui cheia de amigas lindas (não apenas como seres humanos mas dentro do estereotipado padrão que nos é imposto) e isso para mim nunca foi um problema. Aliás gosto de me considerar uma admiradora da beleza bastante imparcial. Costumo conversar com meu marido sobre como "fulana é muito bonita, mas não tem sex appeal" e "beltrana é charmosa embora não esteja exatamente dentro do padrão", e assim por diante. Admiro o que está aí para ser admirado e que faz bem aos olhos, seja uma obra de arte, uma paisagem deslumbrante ou um homem e uma mulher bonita. E claro, tudo isso pode e deveria ser extremamente pessoal e intimo pois o belo para mim não será neces

Sobre tentar engravidar

Demorei bastante para falar "abertamente" sobre isso. Não sei bem ao certo por que. Um pouco por medo do "mau olhado", talvez por medo do julgamento ou ainda, por medo de expor sentimentos indefinidos e incompletos. Fato é que demorei bastante. Eu nunca sonhei em ser mãe. Nunca gostei de brincar de boneca bebê. Sempre fui de brincar de Barbie e de imaginar como seria a minha vida adulta: independente, cheia de glamour, interessante e cheia de aventuras. Me ver adulta sempre foi uma defesa para o sofrimento da infância e me ver independente parecia ser a chave que abria um mundo onde a felicidade dependia única e exclusivamente de mim mesma! Bem, assim como nunca sonhei em ser mãe, também nun

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